segunda-feira, 17 de junho de 2013

15 Coisas Que Você Deveria Abandonar Para Ser Feliz

Por Luminita D. Saviuc

Existe algumas coisas que nos prendem a atenção de maneira que tiram a nossa paz, nos faz ficarmos mais depressivos, ou propensos a isto e que se nos "livrarmos" delas seremos muito mais felizes...

1) DESISTA DA SUA NECESSIDADE DE ESTAR SEMPRE CERTO!

Há tantos de nós que não conseguem suportar a idéia de estarmos errados, querendo sempre estar certos, mesmo sob o risco de terminar grandes relacionamentos ou causar um grande nível de estresse e dor, para nós e para outros.
Isso não vale a pena. Quando você sentir a necessidade “urgente” de entrar em uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo o seguinte:
“Eu preferiria ser a pessoa certa ou a pessoa gentil? Que diferença isso vai fazer? O meu ego é realmente grande desse jeito?”
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Há uma lista de 15 coisas que, se você desistir de todas elas, isso vai fazer sua vida ficar muito, muito mais fácil e muito, muito mais feliz.
Nós nos prendemos a tantas coisas que nos causam tantas dores, estresse e sofrimento – e ao invés de deixá-las todas irem embora, agora… Ao invés de permitir que nós mesmos vivamos sem estresse e felizes… Nós nos agarramos a elas.
Não mais.
Começando a partir de hoje, nós desistiremos de todas essas coisas que não nos servem mais, e nós abraçaremos a mudança.
Preparado? Aqui vamos nós:
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 Há tantos de nós que não suportam a idéia de estar errados, querem sempre estar certos mesmo sob o risco de terminar grandes relacionamentos ou causar um grande nível de stress e dor para os outros.
Isto não vale a pena, sempre que se deparar com esta situação pergunte-se:
Eu preferiria ser a pessoa certa ou a pessoa gentil?
Meu ego é realmente grande deste jeito?
Que diferença isto vai fazer?

2) DESISTA DA SUA NECESSIDADE DE CONTROLE!

Esteja disposto a desistir da sua necessidade de sempre controlar tudo a seu redor, pessoas, eventos, situações, etc.
Em qualquer situação, com seus amados, colegas de trabalho, pessoas na rua, estranhos, apenas permita-os ser o que eles são.
"Ao se desapegar, tudo se torna realizado. O mundo é vencido por aqueles que se desapegam. Quando você tenta e tenta, o mundo se torna cada vez mais vencedor" (Lao Tzu).

3) DESISTA DA CULPA!

Desista da necessidade de culpar todos ou a situação pelo que você sente, ou pela que não sente, pelo que você tem, ou pelo que você não tem.
Pare de dar seus poderes aos outros e comece a tomar a responsabilidade da sua vida.
Você é responsável por tudo o que sente, tem, e pelos caminhos que percorre.

4) DESISTA DE SER NEGATIVO!

Quantas pessoas estão se machucando por seus pensamentos negativistas, poluídos e repetitivos?!
Não acredite em tudo que sua mente está lhe sugerindo, especialmente se é negativista ou auto-destrutiva, mude-a!
"A mente é um instrumento supremo, se usada corretamente. Usada de maneira errada, no entanto, ela se torna mais destrutiva" (Eckhart Tolle).

 5) DESISTA DE SUAS CRENÇAS LIMITANTES

Sobre aquilo que você pode ou não pode fazer, sobre o que é possível ou impossível.
Não estamos falando de religião, mas de manter uma idéia fixa em alguma situação, coisa ou pessoa.
De agora em diante você não mais irá permitir que suas crenças limitantes mantenham você paralisado no lugar errado.
Abra suas asas e voe!
"Uma crença não é uma idéia presa pela mente, ela é uma idéia que prende a mente" (Elly Roselle).

6) DESISTA DE RECLAMAR

Desista da sua necessidade de reclamar sobre aquelas muitas, muitas, muitas coisas, pessoas, situações, eventos, etc que lhe fizeram infeliz, triste e deprimido.
Ninguém pode fazer você infeliz, nenhuma situação pode deixar você triste a não ser que você permita que isso aconteça.
Não é a situação que dispara aqueles sentimentos em você, mas sim o modo como você escolhe olhar para tudo aquilo.
Nunca subestime o poder do pensamento positivo, nunca!

7) DESISTA DA LUXÚRIA DAS CRÍTICAS!

Abandone a sua necessidade de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você.
Todos nós somos diferentes, e mesmo assim iguais.
Todos queremos ser felizes, todos nós queremos amar e sermos amados, e todos nós queremos ser compreendidos.
Se todos queremos ser compreendidos, porque não compreender?! Porque criticar?!

8) DESISTA DE SUA NECESSIDADE DE IMPRESSIONAR OS OUTROS!

Pare de pensar tão seriamente em ser algo que você não é somente para fazer os outros gostarem de você.
Isso não funciona deste jeito. No momento que você para de tentar agradar, tira suas máscaras, aceita e abraça o seu EU verdadeiro, neste momento você começa a atrair pessoas a você, sem esforço algum.

9) ABANDONE SUA RESISTÊNCIA A MUDANÇA!

Mudar é bom.
Mudar vai lhe ajudar ir do ponto A ao ponto B.
Mudar vai ajudar você a fazer melhorias em sua vida e também melhoria na vida das pessoas a sua volta.
Siga seu destino e abrace a mudança.
"Siga seu destino e o universo irá abrir portas para você aondo antes só haviam muros" (Joseph Campbell).

10) DESISTA DAS ETIQUETAS!

Pare de etiquetar coisas, pessoas e eventos que você não entende.
Pare de chamá-los de "estranhos" ou "diferentes". Tente abrir sua mente, pouco a pouco.
As mentes só funcionam quando estão abertas.
"A forma mais alta de ignorância é quando você rejeita algo sobre o qual você não sabe nada a este respeito" (Wayne Dyer).

11) DESISTA DOS SEUS MEDOS!

Medo é só uma ilusão.
Ele não existe, você o criou, está tudo em sua mente.
Corrija o seu interior e tudo no seu exterior irá se encaixar.
"A única coisa que nós temos que temer é o próprio medo" (Franklin D. Roosevelt)

12) DESISTA DAS SUAS DESCULPAS!

Coloque-as em um pacote e diga a elas que estão despedidas.
Você não mais precisa delas. Um monte de vezes nós limitamos a nós mesmos por causa das muitas desculpas que nós usamos.
Ao invés de crescer e melhorarmos nossas vidas, nós nos tornamos reféns, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas, nos prendendo muitas vezes ha um passado distante (se não fosse aquele tombo...).

13) DESISTA DO SEU PASSADO!

Eu sei, é difícil, especialmente quando o passado parece tão melhor do que o presente, e o futuro um pouco assustador.
O passado é passado, se aproveitou, ótimo, se não aproveitou, paciência.
Esteja presente em tudo o que você faz hoje, e aproveite sua vida.
O futuro é um lugar, não um tempo, que você está construindo hoje!!!

14) DESISTA DO APEGO!

Este é um conceito difícil de se compreender, mas é possível.
Quando não se apega as coisas, enche-se mais de paz, torna-se tolerante, gentil e sereno.
Isto não significa que você não tem amor as coisas, mas você se livra do medo em perdê-las.
Lembre-se: estamos falando de felicidade.

15) DESISTA DE VIVER SUA VIDA ATRAVÉS DAS EXPECTATIVAS DAS OUTRAS PESSOAS!

Muitas pessoas estão vivendo a vida que não é a delas.
Elas vivem de acordo com o que os outros pensam que é melhor para elas.
Ignoram suas vozes interiores.
Estão tão preocupadas em agradar todo mundo, em atender as expectativas dos outros que mortificam suas vidas.
Esquecem o que as tornam felizes.


Você tem uma vida, esta aqui, e precisa vivê-la.



Há tantos de nós que não conseguem suportar a idéia de estarmos errados, querendo sempre estar certos, mesmo sob o risco de terminar grandes relacionamentos ou causar um grande nível de estresse e dor, para nós e para outros.
Isso não vale a pena. Quando você sentir a necessidade “urgente” de entrar em uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo o seguinte:
“Eu preferiria ser a pessoa certa ou a pessoa gentil? Que diferença isso vai fazer? O meu ego é realmente grande desse jeito?”
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Há tantos de nós que não conseguem suportar a idéia de estarmos errados, querendo sempre estar certos, mesmo sob o risco de terminar grandes relacionamentos ou causar um grande nível de estresse e dor, para nós e para outros.
Isso não vale a pena. Quando você sentir a necessidade “urgente” de entrar em uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo o seguinte:
“Eu preferiria ser a pessoa certa ou a pessoa gentil? Que diferença isso vai fazer? O meu ego é realmente grande desse jeito?”
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Há uma lista de 15 coisas que, se você desistir de todas elas, isso vai fazer sua vida ficar muito, muito mais fácil e muito, muito mais feliz.
Nós nos prendemos a tantas coisas que nos causam tantas dores, estresse e sofrimento – e ao invés de deixá-las todas irem embora, agora… Ao invés de permitir que nós mesmos vivamos sem estresse e felizes… Nós nos agarramos a elas.
Não mais.
Começando a partir de hoje, nós desistiremos de todas essas coisas que não nos servem mais, e nós abraçaremos a mudança.
Preparado? Aqui vamos nós:
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por Luminita D. Saviu
por Luminita D. Saviuc
Este artigo é a tradução de um artigo em inglês, por Luminita D. Saviuc. - See more at: http://espalheoamor.com.br/15-coisas-que-voce-deveria-abandonarpara-ser-feliz/#sthash.SMOYlvi8.OO4Tylko.dpuf
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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Pessoas felizes

Existem dois tipos de pessoas no mundo: 
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Aquelas que escolhem ser felizes e 
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Aquelas que optam por ser infelizes. 
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Ao contrário da crença popular, a felicidade não vem de fama, fortuna, de outras pessoas ou bens materiais. Ela vem de dentro. 
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A pessoa mais rica do mundo pode ser miseravelmente infeliz, enquanto uma pessoa sem-teto pode estar sorrindo e contente com a sua vida. 
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As pessoas felizes são felizes porque se fazem felizes. Elas mantêm uma visão positiva da vida e permanecem em paz com elas mesmas. 
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A questão é: como elas fazem isso?
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É muito simples. As pessoas felizes têm bons hábitos que melhoram suas vidas. 
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Elas fazem as coisas de forma diferente. 
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Pergunte a qualquer pessoa feliz e ela vai te dizer que:
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1. Não guarde rancor.
As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer do que deixar seus sentimentos negativos dominarem seus sentimentos positivos. Guardar rancor tem um monte de efeitos prejudiciais sobre o seu bem-estar, incluindo aumento da depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar alguém que o ofendeu ter poder sobre você? Se você esquecer os seus rancores, vai ganhar uma consciência clara e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.
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2. Trate a todos com bondade.
Você sabia que foi cientificamente provado que ser gentil faz você feliz? Toda vez que você realizar um ato altruísta, seu cérebro produz serotonina, um hormônio que facilita a tensão e eleva o seu espírito. Não só isso, mas tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito, também permite que você construa relacionamentos mais fortes.
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3. Veja os problemas como desafios. 
A palavra “problema” não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação instável, quando um desafio é visto como algo positivo, como uma oportunidade, uma tarefa. Sempre que você enfrentar um obstáculo, tente olhar para isso como um desafio.
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4. Expresse gratidão pelo que já têm.
Há um ditado popular que diz algo assim: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, elas fazem o melhor de tudo com o que elas têm.” Você terá um sentido mais profundo de contentamento se você contar suas bênçãos em vez de ansiar para o que você não tem .
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5. Sonhe grande.
As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos do que aquelas que não o fazem. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente vai colocar você em uma atitude focada e positiva.
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6. Não se preocupe com as pequenas coisas.
As pessoas felizes se perguntam: “Será que este problema importa daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para ficar preocupado com situações triviais. Deixar os problemas rolarem à sua volta vai definitivamente colocar você à vontade para desfrutar das coisas mais importantes na vida.
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7. Fale bem dos outros.
Ser bom é melhor do que ser mau. Fofocar pode ser divertido, mas geralmente deixa você se sentindo culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as outras pessoas o encoraja a pensar positivo, sem se preocupar em julgar as ações de outras pessoas.
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8. Não procure culpados.
As pessoas felizes não culpam os outros por seus próprios fracassos na vida. Em vez disso, elas assumem seus erros e, ao fazer isso, elas proativamente tentam mudar para melhor.
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9. Viva o presente.
As pessoas felizes não vivem no passado ou se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Elas se deixam envolver em tudo o que está fazendo no momento. Param e cheiram as rosas.
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10. Acorde no mesmo horário todos os dias.
Você já reparou que um monte de pessoas bem sucedidas tendem a ser madrugadores? Acordar no mesmo horário todas as manhãs estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e coloca-o em um estado calmo e centrado.
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11. Não se compare aos outros.
Todos trabalham em seu próprio ritmo, então por que se comparar com os outros? Se você acha que é melhor do que outra pessoa ganha um sentido saudável de superioridade. Se você acha que alguém é melhor do que você acaba se sentindo mal sobre si mesmo. Você vai ser mais feliz se concentrar em seu próprio progresso.
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12. Escolha seus amigos sabiamente. 
A miséria adora companhia. É por isso que é importante cercar-se de pessoas otimistas que vai incentivá-lo a atingir seus objetivos. Quanto mais energia positiva que você tem em torno de você, melhor vai se sentir.
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13. Não busque a aprovação dos outros.
As pessoas felizes não importam com o que os outros pensam delas. Elas seguem seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los. Elas entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque a aprovação de ninguém.
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14. Aproveite seu tempo para ouvir.
Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mais intensamente você ouve, mais silencioso sua mente fica e mais conteúdo você absorve.
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15. Cultive relacionamentos sociais.
Uma pessoa só é uma pessoa infeliz. As pessoas felizes entendem o quão importante é ter relações fortes e saudáveis. Sempre tenha tempo para encontrar e falar com sua família e amigos.
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16. Medite.
Ficar no silêncio ajuda você a encontrar a sua paz interior. Você não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem como silenciar suas mentes em qualquer lugar e a qualquer hora que elas precisam acalmar seus nervos.
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17. Coma bem.
Tudo que você come afeta diretamente a capacidade do seu corpo produzir hormônios, o que vai ditar o seu humor, energia e foco mental. Certifique-se de comer alimentos que irão manter sua mente e corpo em boa forma.
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18. Faça exercícios.
Estudos têm demonstrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade. Exercício também aumenta a sua auto-estima e dá uma maior sensação de auto-realização.
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19. Viva com o que é realmente importante. 
As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque elas sabem que coisas extras em excesso os deixam  sobrecarregados e estressados. Alguns estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes do que os americanos, o que é interessante porque eles vivem em casas menores, dirigem carros mais simples e possuem menos ítens.
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20. Diga a verdade. 
Mentir corrói a sua auto-estima e faz você antipático. A verdade o libertará. Ser honesto melhora sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em você. Seja sempre verdadeiro e nunca peça desculpas por isso.
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 21. Estabeleça o controle pessoal.
As pessoas felizes têm a capacidade de escolher seus próprios destinos. Elas não deixam os outros dizerem como devem viver suas vidas. Estar no controle completo de sua própria vida traz sentimentos positivos e um grande senso de auto-estima.
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22. Aceite o que não pode ser alterado. 
Depois de aceitar o fato de que a vida não é justa, você vai estar mais em paz com você mesmo. Em vez de ficar obcecado sobre como a vida é injusta, se concentre apenas no que você pode controlar e mudar para melhor.
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Essa é uma tradução do texto da Chiara Fucarino.
Você pode acessar o texto original aqui:

domingo, 3 de março de 2013

SOCIALISMO

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.

O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso."

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividí-la;
5. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

As Três Peneiras de Sócrates



Um homem foi ao encontro de Sócrates, levando ao filósofo uma informação que julgava de seu interesse:

- Mestre, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito de um amigo seu. 


Disseram que o ... Nem chegou a completar a frase e Sócrates aparteou:

- Espere um pouco. Disse o mestre. - O que vai me contar já passou pelo crivo das Três Peneiras?

- Peneiras? Que Peneiras, mestre?

- Explico. Disse Sócrates. - A primeira é a peneira da VERDADE: Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que... E novamente é interrompido.

- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE: O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

- Claro que não! Deus me livre! Disse o homem, assustado.

- Então. Continua Sócrates - Sua história vazou também a segunda peneira.


Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE: Convém contar? É realmente importante a divulgação desta informação? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade?

- Devo confessar que não. Disse o homem, envergonhado.

- Então, disse-lhe o sábio, se o que queres me contar
não é VERDADEIRO, nem BOM e nem NECESSÁRIO ...

... GUARDE APENAS PARA TI!

E ainda arrematou:

- Sempre que passar pelas três peneiras, conte! Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o mundo e fomentar a discórdia.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

UMA AULA SOBRE IMPOSTOS

Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV, na
peça teatral Le Diable Rouge, de Antoine Rault:
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Colbert: - Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o
Contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente,
que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado até o pescoço.
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Mazarino: - Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas, vai parar à prisão. Mas o Estado é diferente!!! Não se pode mandar o
Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se. Todos os Estados o fazem!
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Colbert: - Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criamos todos os impostos imagináveis?
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Mazarino: - Criando outros.
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Colbert: - Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
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Mazarino: - Sim, é impossível.
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Colbert: - E sobre os ricos?
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Mazarino: - Os ricos não. Eles parariam de gastar.
E um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
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Colbert: - Então, como faremos?
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Mazarino: - Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que
trabalham sonhando enriquecer e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes
tiramos. Formam um reservatório inesgotável.
É a classe média!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Expressões curiosas na Língua Portuguesa


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JURAR DE PÉS JUNTOS:
Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu. A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado pra dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado pra expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.

MOTORISTA BARBEIRO:
Nossa, que cara mais barbeiro! No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc., e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão "coisa de barbeiro". Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de "motorista barbeiro", ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira..

TIRAR O CAVALO DA CHUVA:
Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje! No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva".  Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.
de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas.

DAR COM OS BURROS N'ÁGUA:
A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado pra se referir a alguém que faz um grande esforço pra conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.

GUARDAR A SETE CHAVES:
No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de joias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino. Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo "guardar a sete chaves" pra designar algo muito bem guardado....
OK:
A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida pra significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam para as bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa "0 killed" (nenhum morto), expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo "OK".

ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS:
Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se  em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada pra designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.

PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA:
A história mais aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra.  Após alguns meses o garoto morreu.

PARA INGLÊS VER:
A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram  criadas apenas "pra inglês ver". Daí surgiu o termo.

RASGAR SEDA:
A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena.  Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão pra cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que se esfiapa".

O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER:
Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argent fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel.  Foi um sucesso da medicina da época, menos pra Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou pra história como o cego que não quis ver.

ANDA À TOA:
Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo pra onde o navio que o reboca determinar.
QUEM NÃO TEM CÃO, CAÇA COM GATO: Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia quem não tem cão caça como gato, ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.

DA PÁ VIRADA: A origem do ditado é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada pra baixo, voltada pro solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo Homem vagabundo, irresponsável, parasita.

NHENHENHÉM:
Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indígenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen".

VAI TOMAR BANHO:
Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore pra limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com frequência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho".

ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM:
Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português... O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: "Vocês que são pardos, que se entendam". O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos.

A DAR COM O PAU:
O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, pra isso, deixavam de comer. Então, criou-se o "pau de comer" que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sapa e angu pro estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.

ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA:
Um de seus primeiros registros literário foi feito pelo escritor latino Ovídio ( 43 a .C.-18 d.C), autor de célebres livros como "A arte de amar "e Metamorfoses", que foi exilado sem que soubesse o motivo. Escreveu o poeta: A água mole cava a pedra dura". É tradição das culturas dos países em que a escrita não é muito difundida formar rimas nesse tipo de frase pra que sua memorização seja facilitada. Foi o que fizeram com o provérbio, portugueses e brasileiros

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Martelo de 140 milhões de anos



Oopart (Artefato fora do lugar) é um termo usado para dezenas de objetos pré-históricos encontrados em vários lugares ao redor do mundo que, devido a seu nível tecnológico, destoam quando determinados suas idades baseadas em evidências físicas, químicas ou geológicas. Ooparts são geralmente frustrantes para cientistas convencionais e uma diversão para investigadores aventureiros e interessados em teorias alternativas.
À primeira vista, este pedaço de madeira e metal encrustado numa rocha parece inocente, mas alguns insistem que pode possuir milhões de anos. Logicamente, há muita controvérsia sobre tal alegação, mas qual é a idade do martelo de Londres, no Texas, EUA?
Depois de o espécime ter sido descoberto numa zona geográfica conhecida com Platô Edwards, levou 10 anos até que a rocha contendo o cabo de madeira fosse quebrada e revelasse o martelo em seu interior. Encontrado encerrado na pedra, o martelo deve ter sido construído antes de a rocha ter-se formado ao seu redor (um processo que muitos dizem ter levado milhões de anos).
Análises posteriores do espécime revelaram que o segmento do interior do cabo tinha se tornado carvão, e que a cabeça perfeitamente formada do martelo era constituída de uma gradação de ferro somente possível com tecnologia moderna. O cabo foi descrito exibindo um estado diferente de petrificação visto em árvores pré-históricas. No entanto, nem todos concordam com essas observações.
De acordo com alguns geólogos, esse lento processo de petrificação ocorreu há mais de 140 milhões de anos. Baseado neste cálculo, não somente a civilização humana existiu antes do processo histórico de petrificação ter ocorrido, mas os seres humanos da época possuíam tecnologia para criar um martelo moderno.
A cabeça, de acordo com estudos do Instituto de Metalurgia de Columbia, é composta de uma liga que contem 97% de puro ferro, 2% de cloro, 1% de enxofre, e não possui bolhas de ar. Como o cabo petrificado, a cabeça de ferro parece ter sido submetida a um processo de purificação e endurecimento, típico das ligas metálicas modernas do século 20.
Também foi observado que a rocha em que o martelo estava encerrado mostra sinais de que o processo de incrustação aconteceu em condições atmosféricas distintas, que são muito diferentes do que é visto nos dias atuais. De acordo com esses cientistas, a rocha nos fala de condições atmosféricas que de fato são mais consistentes com um era remota.
Relíquia pré-histórica, ferramenta moderna, ou meteorito incomum?
Mas outros cientistas argumentam que as evidências são insuficientes para apoiar a suposta história de muitos milhões de anos da relíquia. Quando o martelo foi encontrado pelos caminhantes Max e Emma Hahn em 1934, eles falharam em documentar onde exatamente ele foi desenterrado. Portanto, não foi possível determinar em que estrato geológico o martelo estava enterrado, uma peça chave na qualificação da idade. Alguns relatos alegam até mesmo que o espécime nunca foi encontrado enterrado no solo, mas estava solto situado numa saliência.
Além disso, desde que Carl E. Baugh adquiriu o artefato em 1983, ele não permitiu que fosse submetido à datação por radiocarbono. Entretanto, defensores da decisão de Baugh argumentam que tal teste somente complicaria a questão, uma vez que substâncias orgânicas de origem mais recentes há muito contaminaram o espécime, tornando a datação por tal método impossível.
A parte da rocha que envolve a cabeça do martelo apresenta algumas anomalias, e parece ter sido fundida com uma camada. Análises químicas desta bainha encontraram quantidades de potássio, silício, cloro, cálcio, e enxofre. Essa composição contradiz a hipótese de que a cabeça do martelo pertence a um fragmento de meteorito, uma vez que os corpos do nosso sistema solar não apresentam essa composição química. Mais ainda, a cabeça do martelo é muito bem formada para ter ocorrido por acidente.
Então, este martelo pertenceu a algum minerador americano, uma ferramenta de apenas algumas centenas de anos que experimentou um acelerado grau de fossilização? Ou este é um oopart genuíno, uma indicação de que nosso planeta viu civilizações de avançada tecnologia na história remota? Com esta evidência disponível, nós podemos apenas especular.
O martelo está atualmente em exibição no Museu de Evidências da Criação no Texas, Estados Unidos.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

BONS PROGRAMADORES...


Este artigo é a tradução de um excelente texto escrito por David Veksler, no qual ele conta o que sua experiência como programador lhe ensinou.
E vamos ao que interessa:
  • Um programador gasta cerca de 10% a 20% do seu tempo escrevendo código. Normalmente escreve entre 10 e 12 linhas por dia, que estarão presentes no produto final independentemente do seu nível de perícia ou experiência. Bons programadores gastam cerca de 90% do seu tempo pensando, pesquisando e experimentando maneiras de encontrar a solução ótima. Os programadores ruins gastam quase 90% do tempo debugando e fazendo alterações muitas vezes aleatórias na tentativa de “fazer funcionar”.
  • Um bom programador é dez vezes mais produtivo do que um programador comum. Um excelente programador é entre 20 e 100 vezes mais produtivo do que um convencional. Não é um exagero. Estudos desde os anos 60 têm mostrado isso consistentemente. Um mau programador não é só improdutivo - além de não concluir o trabalho com êxito, gera dores de cabeça e trabalho extra para outras pessoas consertarem.
  • Excelentes programadores gastam pouco do seu tempo escrevendo (código que de fato estará no resultado final). Os programadores que gastam muito do seu tempo escrevendo provavelmente não estão encontrando e utilizando soluções existentes para problemas antigos. Bons programadores são ótimos em reconhecer e em reutilizar padrões comuns e não têm medo de refatorar seu código constantemente, a fim de atingir a solução ótima. Programadores ruins escrevem código que falha em integridade conceitual, não-redundância, hierarquia e padrões, tornando complicada a refatoração, fazendo com que seja mais fácil jogar fora todo o trabalho e recomeçar.
  • Software, como qualquer coisa, obedece às leis da entropia. Contínuas mudanças levam ao desgaste do software e de sua integridade conceitual planejada originalmente. A entropia é inevitável, no entanto, programadores que falham ao estabelecer a integridade conceitual criam sistemas que se desgastam tão rapidamente, que muitas vezes se tornam inúteis e caóticos demais mesmo antes de serem concluídos. Possivelmente, o motivo mais comum para falha em projetos é o rompimento da integridade conceitual devido à entropia descontrolada (o segundo mais comum é a entrega de um produto diferente do que o cliente esperava). A entropia desacelera exponencialmente o desenvolvimento e é o principal motivo para deadlines desesperadoras.
  • Um estudo realizado em 2004 revelou que 51% dos projetos falham ou irão falhar em alguma funcionalidade importante e que 15% simplesmente vão falhar como um todo, o que é um grande avanço desde 1994, quando 31% dos projetos falhavam criticamente.
  • Embora muitos softwares sejam desenvolvidos em equipe, não se trata de uma atividade democrática. Geralmente somente uma pessoa é responsável pelo “design” do sistema e o resto do time o completa com detalhes.
  • Programar é um trabalho pesado. É uma atividade mental intensa. Bons programadores pensam sobre seu trabalho 24/7. Eles escrevem seu código mais importante no chuveiro, sonhando etc., porque o trabalho mais importante é feito longe do teclado. Projetos não são concluídos mais rapidamente gastando mais tempo no escritório ou adicionando pessoas novas ao projeto.
“Um excelente operário pode ser duas ou até três vezes mais produtivo que um operário comum, já um bom programador pode fazer com que seu trabalho seja mais do que 10 mil vezes mais produtivo do que um programador comum” - Bill Gates

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Stonehenge

Stonehenge
Obra dos primitivos povos britânicos, Stonehenge é um exemplo clássico das civilizações megalíticas. Cientistas afirmam que Stonehenge foi construído entre os anos 2800 e 1100 a . C., em três fases separadas: 1ª Fase : (Morro Circular), que conhecemos como o círculo externo de Stonehenge e dos três círculos de buracos, cinqüenta e seis ao todo, que cercam o monumento.
As quatro "pedras de estação" que se supõe terem sido utilizadas como um Observatório Astronômico, o objetivo aparente seria observar o nascer e o por do Sol e da Lua, visando elaborar um calendário de estações do ano. 2ª Fase : que iniciou em 2100 a . C., houve a construção do duplo círculo de pedras, em posição vertical no centro do monumento, bem como da larga avenida que leva a Stonehenge e da margem externa das planícies cobertas de grama que o rodeiam.
Na Terceira e última fase, o duplo círculo de pedras foi separado e reconstruído, sendo erguidos muitos dos trílitos.
Ao meditar sobre os mistérios de Stonehenge, vale lembrar que, naquela época, diferentes tribos e autoridades contribuíram para a construção de Stonehenge. Cada um pode ter tido objetivos diferentes para construir o monumento.

Os saxões chamavam ao grupo de pedras erectas "Stonehenge" ou "Hanging Stones" ( pedras suspensas), enquanto os escritores medievais se lhes referem como "Dança de Gigantes".
Novos construtores edificaram uma avenida de monólitos que ligava Stonehenge ao rio Avalon a cerca de 3,2 Km de distância. Stonehenge sobreviveu e a sua magia nunca desapareceu. Atribui-se ao mago Merlim o levantamento das pedras, enquanto que a população local acreditou por muitos anos que as pedras tinham poder curativo que, quando transferidos para a água, conseguiam curar todo o tipo de doenças.
Durante séculos, Stonehenge foi cenário de reuniões de camponeses e nos últimos 90 anos os "Druidas" modernos celebraram aqui o solstício de Verão. Durante aproximadamente 20 anos, milhares de pessoas se reuniam no local todos os meses de junho para assistirem ao festival que aí tem lugar. Mas em 1985 as autoridades proibiram tanto a vinda dos Druidas como o festival em si, receosas de que as pedras, assim como a paisagem circundante, possam ser danificadas.


Os Arqueólogos, no entanto, ainda consideram a hipótese de uma construção religiosa...
Acredita-se que Stonehenge e outros sítios megalíticos hajam sido construídos pelos antepassados dos Druidas deste milênio, por acreditarem que fossem lugares de grande força para concretizarem seus rituais...em vez de templos fechados eles reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.
A datação pelo carbono-14 mostra que aquelas construções são anteriores à fase clássica do Druidismo. Isto é verdade pois foram construídos logo depois da chegada dos Atlantes. Na realidade foram construídos, e ainda existem centenas de círculos de pedra especialmente na Bretanha e na Escócia.


Do grego: mega = grande, lithós = pedra, de modo que megálitos são grandes monumentos de pedra. Eles podem representar linhas fechadas ( circulares, elípticas, ovóides, etc), alinhamentos retilíneos, ou empilhamentos como as pirâmides egípcias, chinesas e centro-americanas. Eles estão espalhados pelo mundo inteiro: Europa, China, América do Norte e Norte da África sendo os locais mais importantes.
Dentre os megálitos, os mais famosos são a Grande Pirâmide de Khufu e Stonehenge.
Tanto sobre a pirâmide de Khufu como sobre Stonehenge foram escritos milhares de livros. Isso não é por acaso. A maioria dos historiadores da Antiguidade diria que esses monumentos estão entre as maravilhas do Mundo Antigo.
Stonehenge é um megálito formado por círculos concêntricos de pedras (algumas com 45 toneladas e 5 metros de altura), construído na planície de Salisbury, na Grã Bretanha.
Existe evidência arqueológica que nos permite afirmar que havia atividade humana no local há mais de 10 000 anos. Contudo, o megálito propriamente dito só foi iniciado c. 2 100 AC, tendo sido construído em três etapas, entre 2 100 AC e 1600 AC. Para ter uma idéia mais clara de seu plano arquitetônico.
Não se sabe quem construiu Stonehenge, sendo que a teoria popular de que teriam sido os druídas está hoje refutada, pois o monumento foi concluído 1 000 anos antes de os druídas tomarem o poder. Contudo, os arqueólogos notaram a quase total ausência de lixo no local e isso é indicador de que o local era solo sagrado.
Quanto aos propósitos da construção de uma obra tão difícil para os meios da época é o que passaremos a tratar.
Stonehenge (em Salisbury, sudoeste da Inglaterra) também é palco dos misteriosos Círculos Ingleses.
Alguns pesquisadores passaram a tentar encontrar algumas explicações naturais para desvendar o mistério dos Círculos Ingleses, como fenómenos climáticos inusitados, casualidades meteorológicas e outras hipóteses mais complexas. Esses desenhos (círculos ingleses) costumam aparecer freqüentemente em plantações de trigo, soja, cevada e milho. E esses cereais afetados chegam a se desenvolver muito mais rápido (cerca de 40% mais rápido) no interior dos desenhos do que aqueles mais próximos das bordas.

Em quase toda a sua totalidade esses desenhos surgem durante a noite, no meio do silêncio e da escuridão nos campos de cereais e pessoas que acampam nos locais de maior incidência, na expectativa de registrar uma dessas figuras se formando acabam se frustando por passar a noite em claro sem conseguir testemunhar nenhuma luz ou som diferente e em algumas vezes acabam se surpreendendo ao ver com o clarear do dia que a poucos metros de onde estavam acampados apareceu um desenho, misteriosamente como se tivesse sido feito por algum tipo de energia invisível ao olho humano.

Existem diversos pesquisadores tentando interpretar o significado dessas figuras, alguns ligando os desenhos a símbolos matemáticos, outros associandos a sistemas astronômicos, além de compara-los a símbologia de civilizações antigas, como Persas, Druidas, Romanos, Celtas, Egípcios...
Segundo pesquisadores, esses desenhos (círculos ingleses), devido a sua complexidade, seriam impossíveis de serem feitos pelas mãos humanas. A maior quantidade dos Círculos costumam aparecer em plantações localizadas ao redor do local onde esta erguido o monumento de Stonehenge e outros sítios arqueológicos importantes como Avebury e Silbury Hill.

A maior parte dos historiadores que estudaram Stonehenge afirma que o mesmo era usado como uma calculadora de pedra, um verdadeiro computador megalítico com o objetivo de prever o nascimento do Sol e da Lua no solstício e no equinócio. Contudo, existem historiadores que não aceitam os argumentos e dados associados e apresentam outras explicações para a construção desse monumento.



domingo, 6 de maio de 2012

Diante de uma crise

Existe uma história engraçada sobre uma mulher que ganhou uma enorme fortuna na loteria. Depois de receber a boa notícia, ela ligou para casa e falou com o seu namorado residente, dizendo-lhe:
“Acabei de ganhar na loteria! Pode começar a fazer as malas!”
Seu namorado respondeu: “Isso é fantástico! Devo fazer as malas com roupas para clima frio ou quente?” Ela respondeu, sem nenhuma emoção:
“Tanto faz, contanto que você já esteja longe quando eu voltar para casa!” .
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 O homem entrou em crise! E é assim que muitas crises acontecem – de forma totalmente inesperada, encontrando-nos completamente despreparados para lidar com elas.
Gostemos ou não, crises inesperadas fazem parte da vida. Neste exato momento você se encontra em uma destas três fases:
Ou você acabou de sair de uma crise, ou a está vivendo agora ou ainda está indo de encontro a uma delas.
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Existe uma história fascinante sobre o naufrágio de um navio no Novo Testamento da Bíblia (Atos 27), da qual podemos extrair três percepções sobre a administração de crises e que podem ser aplicadas diretamente aos seus negócios:
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Determine a razão. Pergunte a si mesmo: “Qual é realmente a razão por trás da crise?” A causa é geralmente mais profunda do que aquilo que surge na superfície. No caso do naufrágio relatado pelo apóstolo Paulo no livro de Atos são citadas três razões:
(1) Eles deram ouvidos a conselhos ruins;
(2) eles seguiram a opinião popular, e
(3) confiaram nas circunstâncias, e não no que sabiam ser a coisa certa a ser feita.
Se você está encontrando dificuldade para descobrir a razão de uma crise, tente orar a este respeito.
O rei Davi de Israel escreveu: “Quando tentei entender tudo isso, achei muito difícil para mim, até que entrei no santuário de Deus...” (Salmos 73: 16-17).
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Determine o resultado. Pergunte a si mesmo: “O que posso aprender com isso?” Toda crise é uma oportunidade para ampliar a minha perspectiva, aprimorar minhas habilidades e desenvolver o meu caráter. . Determine sua resposta. Pergunte-se: “Qual a melhor maneira de reagir a isto?” A despeito do que você possa fazer, sua resposta deveria incluir três elementos:
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1. Confronte o problema. Você raramente resolve um problema ignorando-o. Provavelmente não será fácil, mas Deus estará presente se você pedir a Ele que lhe dê forças.
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 2. Confesse sua parte (se for o caso). Se você provocou essa crise que lhe sobreveio, admita-o e peça perdão. Não apresente desculpas e não culpe os outros. Aceitar a responsabilidade é a marca da genuína liderança e maturidade emocional.
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3. Reivindique a promessa. Você sabia que a Bíblia contém mais de 7.000 promessas de Deus para ajudá-lo? Elas são como cheques em branco esperando para serem preenchidos. O que você está esperando?
Se você não conhece a Bíblia muito bem, peça a um amigo que a conheça para ajudá-lo a encontrar a promessa que se aplica à sua situação.
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Deus faz uma de Suas promessas em Filipenses 4:6-7, onde Ele nos diz: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus”.